Apenas creia.

"não deixe que seus pensamentos, suas palavras, nem as suas ações contradigam aquilo que Deus diz a respeito de você..."

domingo, 12 de dezembro de 2010

Tua dúvida.




















Como gosto do teu NÃO e do teu SIM.



Gosto tanto dessa sensação que me despertas de não ter... De se perder de se iludir...


Aceito por carinho a mentira da tua verdade e a falsidade verdadeira da tua mentira.


Adoro imaginar eu e você, entrelaçados, perdidos num beijo, num aconchego, na cumplicidade. Dividindo culpas, confessando erros e cada vez mais se envolvendo.


Como é bom sonhar que você é possível, é aqui, bem do lado. É o extremo dessa busca incessante, é o calor dessas horas frias de espera, de ausência e de tolice.


Que charme é esse que tens nos teus cabelos!? Teu porte, teu olhar indecifrável, tua cor, teu sorriso desinteressado, teu andar cativante, onde tua cintura eu posso medi-la aos olhos que, cabe pleno o toque das minhas mãos. Adoro o teu nada, que me faria largar tudo para viver com você este inconfesso desejo.


O que me dizes com o teu “é né!?”. Esse jeito sem qualquer jeito de querer comprometer-se.


Amo teu choro numa ligação inesperada, tuas promessas não cumpridas, tua certeza mais incerta que existe.


Busco esse teu sentimento sem sentir. Essa vontade que me despertas, mas que se faz de rogada para fingir não querer saber.


Reluto a fim de não imaginar sentir teu cheiro em cada pedacinho de você. Sentir o sabor da tua boca, teu tempero, tua vontade íntima.


Por que adoro tuas coisinhas assim? Porque um minuto além do que possa acontecer, é o bastante pra que a vida nos traga surpresas jamais imaginadas.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Entrelace



Você é um pouco daquilo que posso chamar de inimaginável.
Você é como um lugar de sonhos... Mas vagueia no impossível de se ter e chegar. É o pleonasmo dos adjetivos belos.
Chegar até você no entrelace dessas palavras é arriscar-se  ser cínico, ser ridículo como uma carta de amor. Mas alguém disse que as cartas de amor são ridículas, só não seriam ridículas  se não fossem cartas de amor.

É olhar uma foto sua e soltar a imaginação imponente que ninguém pode roubar de mim. Nem me proibir. Chegar até você, mesmo ainda não tendo chegado, é pedir licença à sua gentileza e tentar ser cortês mesmo sem tamanha cortesia. Querer chegar até você é ler isso aqui e não entender, achar "bonitinho e sorrir".

Talvez você seja sobejadamente acostumada com as redondilhas dos adjetivos. Por ser linda, um sorriso largo, um charme num cabelo único, uma mulher que consegue ser aos meus olhos perfeita, à minha mente indecifrável e impossível pra mim, ao toque das mãos. Meu Deus fui ridículo, como uma carta de amor.